quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A verdade sobre a Pedofilia

Localizada nos limites entre a doença para alguns e crime para outros;considerada aberração pelo
senso comum e pelos tribunais, a pedofilia ganhou as manchetes nos últimos meses. Por que
padres, pastores, médicos, pais, padrastos, homens adultos ultrapassam as fronteiras ? Como
explicar a pedofilia ? Quais cuidados tomar?
O desejo libidinoso de adultos por crianças é tão velho quanto a humanidade. Ele é considerado na
Bíblia como pecado, junto com outras perversões sexuais tais como sodomia, homossexualismo,
sadomasoquismo, exibicionismo. Entretanto, é praticado sobre os olhares coniventes da sociedade,
especialmente em países que se utilizam do turismo sexual infantil tal como no Leste Europeu, Ásia
e no próprio Brasil.
Apesar de a imprensa estar noticiando, nos últimos meses, os escândalos pedófilos ocorridos na
igreja e no ambiente médico, é necessário que se afirme que a pedofilia é prática antiga, tanto
nesses lugares que agora se revelam, como nos palácios e ambientes artísticos. Sua presença, no
entanto, é mais freqüentemente observada na intimidade dos lares onde ocorrem cerca de 80% dos
casos envolvendo pais, tios e padrastos.
Até os nossos dias, a pedofilia recebia o mesmo tratamento que se dava às demais aberrações
sexuais: silêncio. O silêncio é imposto porque a pedofilia envolve questões econômicas que geram
cerca de 5 bilhões de dólares só nos EUA e Leste Europeu. Todos os dias as nossas casas são
invadidas por imagens de ninfetas que nos tornam presas (as vezes inconscientes) do poder
libidinoso da infância e da puberdade. Inúmeros programas de televisão estimulam crianças a
liberarem a sexualidade e seu poder de sedução precocemente. Novelas, programas infantis,
(reality) shows e outros programas parecem ter esse mesmo propósito. Existem 596.000 sites na
internet estimulando a veneração e a venda de imagens de crianças erotizados, impondo-nos um
silencio até hoje de cumplicidade. Outra razão é o fato de a pedofilia ser praticada por pessoas
poderosas que seduzem ou impõem violência sobre as crianças, impedindo-as de falarem sobre a
questão. Geralmente, os pedófilos se escondem na posição que ocupam para esconder suas
práticas como, por exemplo, pais, padrastos, padres, pastores, professores, médicos, artistas etc.
A pedofilia é um aspecto do horror humano que a Bíblia chama de natureza pecaminosa do homem.
A natureza pecaminosa do homem é misteriosa quanto aos seus limites. Seu reinado alcança todas
as pessoas, todas as organizações e todo o universo é por ela afetado. Ninguém pode estar livre
dessa natureza, se não crer na obra de Cristo. Quando se tornam pessoas cristãs verdadeiramente
e não religiosos apenas, passam por um processo de transformação em que a mente é, passo a
passo, curada pelo poder e ação do Espírito Santo. (Ef. 4:17-22).
A integridade física e emocional das crianças precisa ser preservada. Limites precisam ser
impostos; as leis precisam ser mais rigorosas; as autoridades, mais atentas e a sociedade precisa
reagir. Quanto às crianças, devemos ficar atentos especialmente com profissionais que lidam com
crianças, quando muito solícitos com a criançada, solitários, de sexualidade não resolvida, pois
entre esses podem se situar pedófilos.
Quanto aos seres humanos que têm essa tendência à pedofilia, as leis não conseguem mudar suas
mentes, curá-los. Eles precisam de tratamento, transformação das suas mentes e hábitos, antes
que venham à prática da pedofilia, e para que isso aconteça eles precisam de Jesus Cristo, o
Senhor!
Por Naamã Mendes

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

“Parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas”, alerta ex-atriz pornô convertida

Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”

Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.
A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.
“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.
Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.
“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.

Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

EX HOMOSSEXUAL : Mudança radical

Uma Mudança Radical

A história da minha vida é uma mistura de sofrimento e dor, aliada a grades mudanças e alegria intensa. Desde a minha infância até o dia de hoje eu tenho experimentado grandes transformações, as quais me permitem dizer que a vida é maravilhosa e deve ser vivida com prazer e gozo.

Eu experimentei o sofrimento bem cedo na minha vida. Ainda aos 7 ou 8 anos de idade fui introduzido às experiências sexuais com garotos da minha vizinhança. Um desses meninos tinha uns 17 anos e outros dois eram aproximadamente um ano mais velhos que eu.

O rapaz de 17 anos me atraía para os fundos da sua casa e mostrava-me um pênis de borracha. Com o passar do tempo, ele começou a mostrar-me o próprio pênis e pedia que eu o masturbasse. Isso desenvolveu em mim uma forte e irresistível atração pelo mesmo sexo.

Com os dois meninos as “brincadeiras sexuais” eram mais intensas e chegavam a níveis mais práticos. Essa bricnadeiras se estenderam até que eu completasse 10 anos, ocasião em que mudei para um outro bairro e fiquei livre do assédio e abusos daqueles dois garotos.

O novo bairro em que fui morar era povoado por muitos meninos menores de idade que passavam o dia (e parte da noite) na rua, longe dos olhos de seus pais e irmãos mais velhos. Nessa vizinhança, conheci e experimentei níveis de envolvimento sexual ainda mais intensos e freqüentes. Todas as tardes e noites havia “brincadeiras” entre os garotos. A faixa etária da meninada era de 8 a 18 anos.

Até os 16 anos eu sentia muito prazer com as brincadeiras sexuais que fazia com os colegas da minha idade. Tudo parecia tão natural e previsível. Eu não sentia nenhum remorso ou vergonha, afinal, todos os meninos faziam ou já haviam feito o mesmo. Não havia motivo para traumas, complexos e dilemas... só diversão.

Apesar disso, entre os 16 e 19 anos, dei-me conta de que tudo aquilo já estava fazendo parte do meu próprio jeito de ser, sentir, pensar e agir. Comecei a entender que o desejo sexual por garotos estava completamente impregnado em mim e não estava associado apenas a brincadeiras com os outros meninos.

Tudo isso trouxe a mim uma constatação inequívoca: eu era “diferente”!
Até que eu completasse 19 anos eu permancei celibatário, porém, entregue às fantasias homossexuais e à masturbação compulsiva. Ainda aos 19, conheci um rapaz de 25 anos com o qual dormi uma única noite; o que foi suficiente para que a partir disso eu me entregasse completamente ao comportamento homossexual e assumisse o estilo de vida gay.

Seguiram-se anos de casos, encontros e aventuras que acabaram por criar em mim uma forte convicção: eu era gay e devia me acostumar com as idéias e o estilo de vida da comunidade homossexual!

Apesar de tudo isso, aos 22 anos eu questionei o que eu havia vivido desde a infância e comecei a indagar por respostas quanto às origens dos meus sentimentos e desejos. Eu não duvidava da intensidade dos meus desejos e sentia-me confortável com prazer que os atos e afetos homossexuais me proporcionava. A única dúvida que persistia em minha mente estava relacionada ao fato de eu não saber o porquê disso acontecer comigo. Eu não lamentava o fato, mas queria saber a finalidade, o propósito de haver nascido homem, porém com uma mente e um desejo sexual voltados para os outros homens. Na verdade, eu queria mesmo era saber se Deus existia e se realmente estava por trás de tudo isso!

Mesmo tendo aquele tipo de dúvida, eu não buscava por nenhuma resposta em Deus ou na religião. Ao mesmo tempo, eu lia quase tudo que aprecesse em minha frente e estivesse relacionado ao tema da homossexualidade.

Apesar de não estar procurando uma resposta em Deus, na noite do dia 30 de março de 1997, sem que eu estivesse planejando nenhuma mudança em minha vida, acabei por ouvir “por acaso” uma mensagem de um pastor evangélico na qual ele fazia um desafio para que os presentes buscassem conhecer uma tal “vontade de Deus”. Segundo aquele pastor, essa seria a única forma para que um homem soubesse o quanto o seu comportamento agradaria ou desagradaria o Seu Criador.

Achei o argumento do pastor ligeiramente lógico e aceitei o desafio de conhecer aquela tal “vontade de Deus”. Ainda assim, deixei claro ao próprio Deus (caso ele existisse) que eu NÃO acreditava em nada que os crentes diziam e que eu achava a igreja um poço de hipocrisia e enganação. Apesar disso, eu me propus a seguir os ensinos contidos na Bíblia, caso Jesus realmente mudasse minha forma de pensar, andar e falar. Eu tinha uma mente inquieta, a qual estava constantemente fixada em homens e sexo. Meu andar já estava ligeiramente afetado e os que passavam por mim percebiam claramente que eu tinha trejeitos feminios. Minha voz deixava claro o tipo de desejo sexual existente em mim.

Aquela noite de verão foi o início de uma jornada emocionante. Comecei imediatamente a estudar a Bíblia e a procurar conhecer cada vez mais a vontade de Deus expressa nas Escrituras e me apaixonei ao compreender o grande amor que o Criador tem por suas criaturas.

O meu relacioamento com o Deus apresentado pela Bíblia supriu todas as minhas necessidades intelectuais, emocionais e afetivas. Passei a me sentir um homem completo e, conforme eu conhecia mais do amor de Deus por cada um de nós, sentia-me mais forte, confiante e decidido a seguir a Verdade por toda a minha vida.

Já se passaram mais de dez anos e durante todo esse tempo não houve recaídas ou indecisões. Eu compreendi que a atração pelo mesmo sexo decorre de um erro na nossa percepção psico-sexual e que resulta em um comportamento inadequado à nossa estrutura física e emocial. Também entendi que não é possível realizar-se completamente em uma relação com alguém do mesmo sexo.

Há sérias restrições e consequências biológicas, psicológicas e socias inerentes à homossexualidade. Compreendi que é anti-natural e contra-producente entregar-se a uma disposição mental homoerótica e aos relacionamentos homoafetivos.

Casei-me há seis anos e tenho uma esposa maravilhosa, a qual enche a minha vida de significado, alegria e prazer, muito prazer. Sinto-me completamente realizado ao lado da minha companheira que, além de ser maravilhosamente bela, demonstra uma fé inabalável no nosso Deus, o Criador dos Céus e da Terra. A fé que vejo em minha esposa reforça aquela que há em mim mesmo, na qual eu vejo que tudo que Deus faz durará eternamente!

Nosso casamento tem as mesmas dificuldades de todos os casais que se mantém unidos nessa Terra. Temos diferenças e às vezes não as compreendemos. Ainda assim, o amor que há ém nós tem vencido todas as nossas diferenças e nos faz entender que Deus é amor e está ao lado dos que se esforçam para manter os votos nupciais. Nosso lar é cheio de amor e paz e temos a certeza de que não seremos abalados por nada nessa vida, pois estamos alicerçados numa rocha que não se deixa abalar.

O fato de experimentarmos e vencermos as dificuldades em nosso casamento nos dá ainda mais certeza de que o meu passado não desempenha nenhum papel no meu presente, exceto na condição de ferramenta para testemunho e aconselhamento para aqueles que desejam se livrar da homossexualidade.

Há dois anos comecei a pesquisar o que de fato aconteceu em minha mente e que me levou a uma mudança tão radical. Fiz descobertas fantásticas sobre o funcionamento da mente e o comportamento humano. Atualmente, compartilho com outros homens a minha experiência e as pesquisas que realizo sobre esse tema. Compreendi que Deus fez o homem de modo magnífico e deu a cada um de nós uma mente para ser usada adequadamente. Hoje sei que não importa o quanto tenhamos sofrido por desconhecermos o plano de Deus para nossa vida, podemos recomeçar a jornada e estabelecermos uma sólida caminhada rumo a uma vida plena, com prazer e propósitos seguros.

Muitos homens já se beneficiaram do meu testemunho e do aconselhamento que lhes ofereço. Há maridos que estão reestruturando seus casamentos e rapazes que estão vivendo felizes com suas namoradas, livres do tormento que a atração pelo mesmo sexo lhes causava e aptos a sonhar com um matrimônio tradicional, onde homem e mulher se unem para gerar filhos e serem uma família.

Caso você ou alguém que você conhece tenha interesse em saber mais sobre o assunto, basta mandar uma mensagem por e-mail e poderemos conversar melhor sobre todo o processo de mudança que eu tenho experimentado nesses maravilhosos dez anos. Meu e-mail é luzesal@gmail.com

Aceite o desafio e conheça o que pode mudar sua vida radicalmente: a Verdade!
Um cordial abraço.

Fonte: http://www.oexgaydobrasil.blogspot.com/